terça-feira, 7 de julho de 2009

Relatório III

O Tp4 aborda um tema bastante significativo: cidades.
O trabalho com esse tema oportunizou momentos para despertar nos alunos olhares sobre as paisagens, os ambientes, os modos de vida em nossas cidades. E ainda, a cidade que temos, a cidade que queremos.
Nessa terceira socialização de relatórios, as professoras-cursistas estavam empolgadas e realizadas com o desenvolvimento e resultado das atividades.
Como atividade de pré-leitura, as professoras iniciaram apresentando apenas o título do poema "Cidadezinha qualquer" de Carlos Drumonnd de Andrade. Questionados quanto ao sentido do título, os alunos afirmaram que trata-se de uma " cidade pequena", "insignificante", "não tem muitas diversões", "sem graça", "é pacata", entre outros comentários.
Dando sequência, o poema foi apresentado para as turmas. Muitos alunos só conseguiram dar vida a ele a partir da leitura feita pela professora. Nesse momento, elas destacaram que aproveitaram a ocasião para ressaltar a importância de uma leitura bem feita para que o poema tenha sentido e vida.
A professora Alessandra que desenvolveu a atividade com as turmas de 7ª série, relatou que destacou em sua leitura a entonação e sentimento ao declamar. Os alunos acabaram batendo palmas e comentaram que o poema ganha vida quando é lido com sensibilidade. Em seguida, os alunos também prepararam uma leitura do poema. Eles participaram com entusiasmo.


Alunos da 7ªsérie -Praticando a leitura do poema
Escola Municipal Viver e Conhecer

As professoras exploraram as ideias apresentadas em cada verso relacionando-as ao título. Os alunos também conheceram a biografia do autor do poema.
Após a compreensão do poema, as professoras oportunizaram outros textos sobre o tema cidade, entre eles: "Paraíso" de José Paulo Paes, "Canção do Exílio" de Gonçalves Dias e "Cidadezinha" de Mário Quintana.
A partir das leituras e debates feitos dos textos, os alunos perceberam como os autores escrevem sobre o tema cidade. Nessa etapa, foram instigados a pensar, a refletir sobre a cidade onde moram, aspectos positivos e negativos.
Para finalizar a atividade, os alunos produziram poemas sobre a cidade onde moram.
A professora Marta trabalhou com a 8ª série da Cnec e optou pela produção de um poema coletivo. A turma passou a limpo em um cartaz.




Alguns poemas:










































































Segundo o grupo, a atividade foi de grande importância, pois além de desenvolver habilidades de leitura e escrita, os alunos puderam refletir sobre o lugar onde vivem. Foi também um momento oportuno para superar dificuldades na criação de poemas.

Relatório II - TP3

O "Avançando na prática" escolhido para aplicação foi o da unidade 12 da seção3 do TP3. A atividade "Transposição de gêneros textuais" foi realizada pelos alunos da rede municipal e particular do município de Capinzal.

Segundo o relato das cursistas, percebeu-se que todas iniciaram o trabalho com a apresentação de uma receita culinária e exploraram as características desse gênero: a constituição dele (título, ingredientes, modo de fazer ou preparo), o uso dos verbos no imperativo, o rendimento, dicas de preparo e a linguagem clara e objetiva.

De maneira geral, os alunos envolvidos nessa atividade não apresentaram dificuldades com a receita culinária, pois muitos deles já fizeram uma receita culinária ou ajudaram a mãe no preparo de um prato.

Em seguida, as professoras começaram o trabalho com a receita poética. Distribuiram algumas receitas retiradas da obra "Receita de olhar" de Roseana Murray (Receita de pão, Receita de espantar a tristeza, Receita de inventar presentes, Receita de desamarrar nós"). As professoras Marisa, Noemi, Angela e Miriam que desenvolveram o avançando na prática com as turmas de 5ª séries trabalharam também com uma outra receita intitulada "Receita de proteção à natureza"(autor desconhecido) retirada de um livro didático.

Durante a exploração de tal gênero, as professoras observaram que os alunos tiveram dificuldade em entender algumas das receitas de Roseana Murray e interferiram nesse momento.

Para concluir, todas solicitaram a produção de uma receita poética. Foram sugeridos os temas propostos no avançando, mas alguns alunos optaram por outros temas. O namoro, o futebol e o meio ambiente foram os temas mais escolhidos pelos alunos.

Tanto as professoras-cursistas quanto os alunos gostaram da atividade. Segundo elas, os educandos tinham conhecimento prévio do gênero textual.
Nas produções, alguns alunos não conseguiram desenvolver um olhar especial em relação aos temas propostos, ou seja, não escreveram de forma poética.

De maneira geral, o trabalho foi bom. Os alunos perceberam que é possível empregar características do gênero textual "receita culinária" e obter uma receita singular, original e poética que, diferente das demais não agrada ao paladar, mas desperta a emoção.

Algumas receitas:






























O gigolô das palavras

O gigolô das palavras
Quatro ou cinco grupos diferentes de alunos do Farroupilha estiveram lá em casa numa mesma missão, designada por seu professor de Português: saber se eu considerava o estudo da Gramática indispensável para aprender e usar a nossa ou qualquer outra língua. Cada grupo portava seu gravador cassete, certamente o instrumento vital da pedagogia moderna, e andava arrecadando opiniões. Suspeitei de saída que o tal professor lia esta coluna, se descabelava
diariamente com suas afrontas às leis da língua, e aproveitava aquela oportunidade para me desmascarar. Já estava até preparando, às pressas, minha defesa ("Culpa da revisão! Culpa da revisão !"). Mas os alunos desfizeram o equívoco antes que ele se criasse. Eles mesmos tinham escolhido os nomes a serem entrevistados. Vocês têm certeza que não pegaram o Veríssimo errado? Não. Então vamos em frente.
Respondi que a linguagem, qualquer linguagem, é um meio de comunicação e que deve ser julgada exclusivamente como tal. Respeitadas algumas regras básicas da Gramática, para evitar os vexames mais gritantes, as outras são dispensáveis. A sintaxe é uma questão de uso, não de princípios. Escrever bem é escrever claro, não necessariamente certo. Por exemplo: dizer "escrever claro" não é certo mas é claro, certo? O importante é comunicar. (E quando possível
surpreender, iluminar, divertir, mover... Mas aí entramos na área do talento, que também não tem nada a ver com Gramática.) A Gramática é o esqueleto da língua. Só predomina nas línguas mortas, e aí é de interesse restrito a necrólogos e professores de Latim, gente em geral pouco comunicativa. Aquela sombria gravidade que a gente nota as fotografias em grupo dos membros da Academia Brasileira de Letras é de reprovação pelo Português ainda estar
vivo. Eles só estão esperando, fardados, que o Português morra para poderem carregar o caixão e escrever sua autópsia definitiva. É o esqueleto que nos traz de pé, certo, mas ele não informa nada, como a Gramática é a estrutura da línguamas sozinha não diz nada, não tem futuro. As múmias conversam entre si em Gramática pura. Claro que eu não disse isso tudo para meus entrevistadores. E adverti que minha implicância com a Gramática na certa se devia à minha pouca intimidade com ela. Sempre fui péssimo em Português. Mas - isso eu disse – vejam vocês, a intimidade com a Gramática é tão indispensável que eu ganho a vida escrevendo, apesar da minha total inocência namatéria. Sou um gigolô das palavras. Vivo às suas custas. E tenho com elas exemplar conduta de um cáften profissional. Abuso delas. Só uso as que eu conheço, as desconhecidas são perigosas e potencialmente traiçoeiras. Exijo submissão. Não raro, peço delas flexões inomináveis para satisfazer um gosto passageiro. Maltrato-as, sem dúvida. E jamais me
deixo dominar por elas. Não me meto na sua vida particular. Não me interessa seu passado, suas origens, sua família nem o que outros já fizeram com elas. Se bem que não tenho o mínimo escrúpulo em roubá-las de outro, quando acho que vou ganhar com isto. As palavras, afinal, vivem na boca do povo. São faladíssimas. Algumas são de baixíssimo calão. Não merecem o mínimo respeito.
Um escritor que passasse a respeitar a intimidade gramatical das suas palavras seria tão ineficiente quanto um gigolô que se apaixonasse pelo seu plantel. Acabaria tratando-as com a deferência de um namorado ou a tediosa formalidade de um marido. A palavra seria a sua patroa! Com que cuidados, com que temores e obséquios ele consentiria em sair
com elas em público, alvo da impiedosa atenção dos lexicógrafos, etimologistas e colegas. Acabaria impotente, incapazde uma conjunção. A Gramática precisa apanhar todos os dias pra saber quem é que manda.
VERÍSSIMO, Luis Fernando. Mais comédias para Ler na Escola. São Paulo: Objetiva, 2008.

Considerações sobre o TP3

No desenvolver da história da humanidade, foram criados diferentes textos. Tais textos foram se modificando, ampliando-se, tornando-se um dos meios mais importantes de interação entre os homens.
A interação ocorre de uma simples conversa informal a uma leitura de um livro. Tanto na parte oral ou na escrita, com quem se conversa, o que se escuta ou o que se lê, tais situações geram diferentes textos, ricos em variedades discursivas, intenções entre falantes e ouvintes, escritores e leitores. Esses textos organizam-se através de gêneros.
Mas, afinal o que são gêneros textuais? São realizações linguísticas concretas, orais ou escritas, que surgem da necessidade de comunicar-se. O que determina o gênero? Pode ser a forma, a função, o suporte ou o ambiente em que eles aparecem.

São exemplos de gêneros textuais: bilhete, certidão de nascimento, cartão postal, fábula, romance, bula de remédio, classificados, histórias em quadrinhos, parlendas, rótulos, crônica, novela, artigo, e-mail, discursos políticos, piadas, cardápio, receitas, músicas, telefonema, horóscopo, notícia, anúncio publicitário, anotações, entre outros.

Tais gêneros devem fazer parte do trabalho em sala de aula, pois podem significar o estabelecimento de condições de melhoria de ensino e aprendizagem da língua. É através do estudo de gêneros que o sujeito torna-se capaz de utilizar a língua de modo variado para produzir diferentes efeitos de sentido e adequar o texto a diferentes situações de prática oral e escrita.

Assim, todo o ensino comprometido com o exercício da cidadania deve propiciar situações para que o educando desenvolva sua competência discursiva.

Portanto, o trabalho com gêneros textuais é importantíssimo, pois os textos tanto orais quanto escritos , estão impregnados de pontos de vista sobre o mundo e, esta interlocução desenvolverá as habilidades de leitor, escritor, falante e ouvinte de uma língua.

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Orientações para o relatório

relatório. 1. Narração ou descrição oral ou escrita, ordenada e mais ou menos minuciosa, daquilo que se viu, ouviu ou observou. 2 Exposição das atividades de uma administração ou duma sociedade. 3. Exposição e relação dos principais fatos colhidos por comissão ou pessoa encarregada de estudar determinado assunto. 4. Exposição dos fundamentos de um voto ou de uma opinião. 5. Exposição prévia dos fundamentos de uma lei, decreto, decisão, etc. (FERREIRA, A. B. H. Novo Aurélio. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1992).





Relatório, como se percebe pelo dicionário, é sinônimo de relato. Trata-se de uma narração do que se passou, do que foi observado. Neste sentido, é o contrário do projeto, que fala do que ainda será, que propõe um plano de trabalho para o futuro. O relatório se debruça sobre o passado e menciona o que aconteceu.
Dessa forma, relatório é a exposição escrita na qual se descrevem fatos verificados mediante pesquisas ou se historia a execução de serviços ou de experiências, através de uma linguagem especial, narrando, descrevendo e dissertando. Deve ter ordem lógica de modo a auxiliar o raciocínio do leitor e levá-lo à leitura sem tropeços nem embaraços. É, geralmente, acompanhado de documentos demonstrativos, tais como: tabelas, gráficos, dados estatísticos, textos complementares, fotografias e outros.
Um relatório deve ser redigido de forma impessoal, num tempo verbal passado e indicar com clareza todo o desenvolvimento do trabalho: todas as observações, conclusões e críticas.
Ressalta-se que a impessoalidade contribui grandemente para a objetividade do trabalho. O emprego do pronome “se” é o mais adequado para mantê-la: “procedeu-se”; “buscou-se tal coisa”; “realizou-se...”, etc. Outro recurso na redação consiste em usar formas como “tal informação foi obtida”; “ o procedimento adotado”, entre outros. Expressões como “o meu trabalho”; “eu acho”; “eu penso”; “em minha opinião” etc., devem ser evitadas, por apresentarem conotação de subjetividade. Usa-se de preferência “este trabalho”; “no presente trabalho”.
Sendo assim, deve-se empregar linguagem objetiva, denotativa, isto é, cada palavra no seu sentido próprio, referencial sem dar margens a outras interpretações ou ambiguidades. Aconselha-se o uso de frases curtas e claras, na ordem direta, com vocabulário adequado,. Por isso, devem ser evitados os períodos longos, as palavras inúteis, os detalhes desnecessários, os adjetivos solenes e pomposos.
É muito importante saber, também, que, para se evitarem as lacunas e falhas no pensamento, usam-se palavras ou frases de transição e referência. Nestas frases, selecionam,-se palavras que mostrem a relação entre as idéias que se deseja unir. Palavras como entretanto, portanto, finalmente, estabelecem um tipo de relação definida. Se empregadas oportunamente, dão coerência ao texto; se empregadas exageradamente, a redação perde sua ênfase.Assim, as palavras e frases de transição e referência servem de orientação entre as novas idéias e as já expostas em parágrafos anteriores.
Em suma, deve-se contemplar no relatório o público-alvo (perfil), a situação-problema e/ou atividade trabalhada, as metodologias utilizadas, as possíveis soluções e os resultados obtidos (facilidades e dificuldades). E, por último, a observação final sobre todo o processo realizado no “Avançando na prática” ou na “Transposição Didática”.

terça-feira, 23 de junho de 2009

Relatório I - TP3

O "Avançando na prática" escolhido pelo grupo foi o da Unidade 10 (seção 2). A proposta de trabalho é o estudo (comparação, exploração) de uma letra musicada e um poema, ambos sobre o mesmo tema.
Segundo o relato das cursistas, a atividade foi bem aceita nas diferentes séries em que foi aplicada.
As professoras que desenvolveram a atividade com turmas de 5ª série destacaram que a música escolhida "Meu país" de Zezé di Camargo e Luciano não despertou tanto a atenção dos alunos quanto o poema "Brasil de Todos" de Stefany Christina Tomas Braz (aluna de 10 anos). As razões encontradas de acordo com os próprios alunos para tal escolha foram:
  • o ritmo da música não é aquele que eles apreciam;
  • o poema apresenta um vocabulário mais simples;
  • os alunos identificaram-se com os sonhos do eu-poético.

Em algumas turmas de 6ª série, desenvolveu-se esse trabalho com o estudo de uma música gospel e um trecho da bíblia. No início, a professora colocou a sua expectativa sobre a reação dos alunos já que a escolha não foi usual. Segundo ela, os alunos afirmaram que gostaram mais da música e acharam o texto mais cansativo. Eles também colocaram que o ritmo, a melodia, o refrão da música são elementos que tornam a canção mais chamativa e desperta a emoção.

Outra professora também desenvolveu numa turma de 6ª série. Porém, é uma turma "especial" ( alunos repetentes, fora da idade). Ao trabalhar a música "Bola na rede" de Skank e o texto "Quem inventou o futebol" , os alunos apresentaram dificuldades na hora de estabelecer relações entre os textos. Apesar das dificuldades, o trabalho foi bem aceito, porque o tema dos textos "Futebol" faz parte da vida desses alunos (a turma é composta por meninos). Mais uma vez, a música foi o gênero textual mais significativo para os alunos.

Já nas turmas de 8ª série, as professoras optaram pelo trabalho com a música "Monte Castelo" de Renato Russo e o soneto de Camões sobre o amor. No início do trabalho, as meninas foram mais receptivas e demostraram mais emoção, enquanto os meninos foram mais "fechados". A maioria não conhecia a música, mas gostaram dela, poucos acharam o ritmo muito calmo . Em seguida , os alunos observaram a letra da música e a compararam com o soneto de Camões. Foram questionados sobre a estrutura dos gêneros textuais e disseram que ambos possuem a mesma estrututura de versos e estrofes. Além disso, perceberam os versos de Camões na música e também como ele musicou os versos da bíblia, encaixando com perfeição nas ideias da música. Questionados também se havia poesia nos textos, responderam que ambos - poema e música- possuem poesia e literariedade. Alguns acrescentaram que em algumas músicas não há poesia e nem conteúdo.

As cursistas destacaram que alguns acharam mais agradável ouvir a música, mas a maioria disse que tanto faz a forma, o importante é a beleza dos versos e a mensagem transmitida.

Além disso, os alunos relacionaram a temática do homem e a dialética do amor ("contentamento descontente") com o conteúdo estudado na disciplina de história sobre o renascimento. Eles falaram sobre o hedonismo - quando os renascentistas retravam o homem em sua beleza e sentimentos contraditórios.

Segundo as professoras, a análise feita iria muito mais longe , relacionando com as experiências dos próprios alunos sobre o tema, que chamou mais a atenção do que a forma. E ainda, os textos clássicos tanbém são apreciados pelos alunos quando apresentados de maneira mais agradável como na música, que é algo do cotidiano deles.

Enfim, independente da série, foi um trabalho bastante rico e atrativo. As professoras aproveitaram o momento para mostrar aos alunos características dos gêneros textuais estudados e a importância de se conhecer outros ritmos de músicas e perceber a beleza dos poemas.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Oficina I - Classificados de Jornal e Poéticos


O gênero textual escolhido para a 1ª oficina foi o classificado de jornal.
Os professores-cursistas realizaram as atividades propostas da Aula nº 3:Caracterizando Anúncios.
Após a correção das atividades, trabalhei com a turma a biografia de Roseana Murray autora da obra Classificados Poéticos (Editora Miguilim, 1984).


“Muitas vezes me pergunto o que é ser poeta neste início de milênio. Penso que a poesia é um olhar e o poeta simplesmente exercita esse olhar. Gosto de andar à toa pelo mundo, pela vida, olhando as coisas e as pessoas”.




Em seguida, cada professor-cursista recebeu um classificado poético. Cada um leu e socializou com o grupo as ideias exploradas pela autora.

Comentei com elas que o livro Classificados Poéticos baseia-se no formato tradicional do classificado de jornal e utiliza palavras comuns, tais como: vendo, troco, procuro, alugo... Ao usar palvras simples, a autora consegue aproximar-se do leitor e levá-lo à reflexão. Além disso, sentimentos, anseios, inquietações são retratados de maneira romântica, lúdica e envolvente destacando o jeito otimista, sensível e sonhador da autora.

Para finalizar, os professores redigiram, individualmente, um classificado poético.







Após a produção, os profesores-cursistas ilstraram o classificado poético com a técnica do bom bril.








Como momento final, cada um apresentou o classificado. Foi um momento muito rico e poético.
Parabéns, turma! Vocês merecem DEZ!!!!!