
Professor Carlos Góis, ele é quem sabe,
Já esqueci a língua em que comia,

Cusistas apresentando o relatório:
As professoras conversaram com os alunos sobre a produção de texto, em específico, que quando alguém inicia um texto, ele pode tomar vários rumos, tudo vai depender da vontade de quem escreve.
Na socialização dos finais criados, a cada texto lido, novos desenvolvimentos e conclusões eram sugeridos pelos alunos. Com isso, todos perceberam que uma história se "desenrola" diferente na ideia de cada um e as possibilidades são ilimitadas. Além disso, a criatividade foi despertada. No final, os desfechos originais foram lidos ou assistidos que, só neste momento, puderam comparar as produções com aquilo que o autor escreveu.
Já a professora Alessandra optou pela seção 1 da unidade 4 que explora os ditados populares. A cursista Marta também desenvolveu esta atividade.
Segundo o relato das cursistas, o trabalho iniciou-se com a pesquisa com os familiares sobre os ditados populares. Posteriormente, os alunos socializaram as respostas obtidas e verificou-se que, principalmente, as pessoas mais idosas da família conheciam uma quantidade maior de ditados populares. Em seguida, as cursistas relataram que exploraram com as turmas que cada ditado possui um sentido denotativo e outro conotativo.
Para finalizar, os alunos ilustraram os ditados populares. Foi um trabalho interessante e positivo, pois aproximou gerações e o conhecimento dos alunos foi mais uma vez ampliado.
Alunos da 5ª série - Professora Marisa
Relato sobre a atividade do GESTAR


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A cursista destacou que os alunos tiveram dificuldades com as palavras interlocutores e berlinda. Além disso, os alunos afirmaram que ouvem até o final se o assunto é interessante, senão "rola" uma conversa paralela. Quanto às inadequações da linguagem do interlocutor, gostam de interagir, pois acreditam que seja uma forma de auxiliar o colega.
Professora Vanuza apresentando o relatório
As professoras Marta, Alessandra e Izolete optaram pela seção 2.
A professora Alessandra destacou que o poema "O caso do vestido" de Carlos Drumonnd de Andrade chamou muito a atenção dos alunos de 7ª série. As turmas gostaram do texto e demonstraram interesse pela proposta de trabalho.
Inicialmente, foi realizado uma leitura individualizada e outra "dialogada" com os personagens identificados. As discussões e interpretações aconteceram . Quanto ao entendimento do texto, alguns alunos acharam difícil, pois as palavras são complicadas, diferentes das atuais. Já outros afirmaram que apesar do vocabulário rebuscado, a situação apresentada no poema persiste até hoje. Aos poucos, com a discussão, os alunos conseguiram fazer uma análise mais profunda.
Em seguida, os alunos foram desafiados a dramatizar o texto. Alguns grupos apresentaram o texto na íntegra e outros apresentaram uma possível continuação do poema de forma trágica ou cômica.
Alunos 7ª série - Viver e Conhecer
Alunos 8ª série - CNEC

As professoras Izolete e Marta realizaram o trabalho com turmas de 8ª série. Elas exploraram o texto "O casamento dos pequenos burgueses" de Chico Buarque.
Elas destacaram que a música estudada é de qualidade e que os alunos aprenderam a apreciá-la. Eles também tiveram dificuldades quanto ao entendimento de alguns versos e foi necessária a intervenção do professor.Alguns dramatizaram o orginal e outros grupos apresentaram uma paródia do texto.
De modo geral, as sequências didáticas propostas no Tp1 alcançaram êxito e a oralidade de nossos alunos foi ampliada.
Cabe lembrar que:
O domínio da língua tem estreita relaçao com a possibilidade de plena participação social, pois é por meio dela que o homem se comunica, tem acesso à informação, expressa e defende pontos de vista, partilha ou constrói conhecimento. Assim, um projeto educativo comprometido com a democratização social e cultural atribui à escola a função e a responsabilidade de garantir a todos os seus alunos o acesso aos saberes linguísticos necessários para o exercício da cidadania, direito inalienável de todos.
(PCN/1997)